Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä

Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä
Visto-me com as cores do arco-íris, e desenho-te um beijo no poema.




Gaivotas suspensas
no tempo
ou planando à brisa
trazem à praia deserta
a memória dos naufrágios.

O barco velho
feito dos bosques do mundo
de raízes violadas,
marcado por tantas vidas
procurou refúgio
nos abismos do mar
e só agora
as gaivotas
no-lo recordam.

3 comentários:

Olhos de mel disse...

Oie meu amigo querido vim apreciar seus belos poemas...
São memórias, um tanto tristes, mas de uma beleza enorme.
Bom está aqui novamente!
Bom final de semana! Beijos

lua prateada disse...

Tudo lindo como sempre...
Passando apenas para desejar uma Páscoa muito Feliz e, que jamais esqueçamos Aquele que morreu na cruz por nós...Felicidades, beijo meu...

SOL

carla disse...

Amigo Efeneto! Lindo o que escreves ,tudo acaba ,tudo vai desaparecendo,mas como sempre fica sempre alguém para recordar,nem que sejam apenas gaivotas suspensas no tempo ou planando com a brisa do mar


Passo para te desejar uma maravilhosa semana

Carla Granja

http://paixoeseencantos.blogs.sapo.pt/

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