Sítios obscuros
Há aves minúsculas
de corpo denso
a trazer-me a noite
que é vida ausente de espanto.
As ilusões nocturnas
gravitam longe
nas estrelas.
Só no sonho as reinvento,
na carne esvoaçando
com os limites da cinza.
Penumbras sem espasmos,
sítios obscuros
tão negros
como no corpo os tenho.


Esta
8 comentários:
Meu querido Poeta,
Um belo poema, apesar de o ter sentido triste.
Reinventemos... sempre... mesmo que só no sonho.
Um beijo com carinho e saudade
Reinvntemos...
Beijinho doce e bom fim de semana ao meu Querido Efeneto
http://projectoamizade.blogspot.com/
Meu querido Amigo...
Continuas a oferecer a força da leitura de palavras "grandes".
"Só no sonho as reinvento..." mas, deixa-me dizer-te que não é no sonho mas sim, no teu saber.
Abraço Forte
A noite, a ilusão a solidão e o sonho.
Vivem abraçados num rumo incerto numa busca incessante de um grito....
Belo
Bjgrande Lago e daqui
Um belo poema de solidão.
Há tempo que não vinha por aqui devo ter perdido muito.
Parabéns por mais este belo momento...
E sempre bom encontrar a magia das tuas palavras
Luis
Beijinhos estrelados.
Voltarei!
Amigo!...á quanto tempo....
Sei do que falas..um dia...espera mais um dia e dia após dia eles vão passando e logo logo......juntos estarão...
Beijinho com carinho
SOL
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