Eu sentado
sozinho,
espécie quase única,
naquele areal dourado
batido pelo sol
deste Novembro de S.Martinho;
sozinho,
espécie quase única,
naquele areal dourado
batido pelo sol
deste Novembro de S.Martinho;
eu pensando em mim,
eu com o mundo inteiro,
eu e as memórias,
eu e a vida,
por ali fiquei sem relógio
até a sede me vencer.
Superei-me,
fui mais além
e segui por dentro de mim
mais experiente e sabedor,
com outros anseios
e mais vontade
para amanhã.


Esta
3 comentários:
Os anseios do àmanhã são a realidade de hoje.
O ontem é passado. O hoje é sobrevivência.
Olha o futuro...Vês a luz?
Agora sim..........Voltou o teu grito.
O grito do poeta..........
O poeta que sobe a escalada....
Gostei....
Bjgrande do Lago como sempre
Como sempre lindo o teu poema. Jinhos de carinho
A vontade do amanhã é sempre uma boa experiência.
Beijos meus e bom fim-de-semana, querido Poeta
Enviar um comentário