Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä

Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä
Visto-me com as cores do arco-íris, e desenho-te um beijo no poema.

No Palco

“O mundo exterior existe como um actor num palco: está lá mas é outra coisa"


Estou num palco sem luz
Sou um actor sem vintém
Represento uma peça sem nome
E sem intervalo também.


Ergo o meu corpo nas trevas
Sempre na esteira dos aplausos
Mas o palco está vazio
E eu tenho os olhos rasos.


Rasos de água e poesia
Neste papel secundário
De andar sempre em cena
E de nunca ter horário.


Porque o palco só cai
Quando a morte chegar
Para tornar a subir
Com outro no meu lugar.


efeneto 1981

12 comentários:

manuela disse...

O palco da vida...a máscara do ser humano...definiste-o com tanta justeza!...beijos e uma boa semana...

O Sentir dos sentidos disse...

O palco é teu...chora,não importa o teu papel,rir e declama tua bela poesia-vida...que importa se não tem platéia?

Deixo o meu beijo, e meus aplausos por esta bela poesia.
Ahhh...estou alí na platéia...voce não me vê?

Beijo,

Maria Clarinda disse...

"...
Rasos de água e poesia
Neste papel secundário
De andar sempre em cena
E de nunca ter horário.


Porque o palco só cai
Quando a morte chega
Para tornar a subir
Com outro no meu lugar."


Excelente ! sim...
Jinhos mil

Maria Clarinda disse...

Voltei para te dizer que adorei o conjunto foto/texto.
Jocas

GarçaReal disse...

É o palco da vida...
O pano sobe,aplausos fantasmas.
Baixa o pano,tudo pronto para nova representação.
Será o espectáculo de mais uma hora...Ou até de mais um dia.
Representação até à "Batalha final"

Assim é o teu grito...sempre em força.

bjgrande

*©õllyß®y disse...

Grata pelo presente, enesperado mas gratificante é...

O trasferirei para aqui...visto ser a comtinuação do Vitral...

Sapateia no palco
Ao som dos tambores,
Brilha debaixo das luzes da ribalta

Mas…

Se te pedirem
Nunca representes


Meu bem haja e terno é meu beijo

Luz&Amor disse...

Este teu poema me levou tão distante, para uma canção de Jessé.

CAMPO MINADO

Já andei por tantas terras
Já venci mil guerras
Já levei porradas, dominei meu medo
Já cavei trincheiras no meu coração

Descobri nos pesadelos sonhos mutilados
E acordei no meio de anjos cansados
De serem usados pela solidão

Ah! Meu coração é um campo minado
Muito cuidado, ele pode explodir
E se depois de tão dilacerado
For desarmado por quem há de vir

Alguém que queira compensar a dor
Plantar o sonho e ver nascer a flor
Alguém que queira então me residir
E explodir meu coração de amor

É bom poder estar aqui.
Deixo-te beijos com carinho amigo.
Boa semana pra ti.
Bjs

MEU DOCE AMOR disse...

Pode subir,mas...e o brilho?Como o teu?

Não me esqueci.

Um beijo doce:)boa semana

carla granja disse...

lindo poema ,lindo esse palco da vida ,mas a vida de actor é mesmo assim ,mesmo triste ou cansado há k fazer o publico rir ou entao chorar . gosto sempre dos poemas k me deixas quando me visitas,obrigado :)
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uma boa semana e muitos bjos

lua prateada disse...

Sim !o palco só cai quando a morte chega...mas NUNCA haverá outro em teu lugar ...pois cada um de nós é único...Beijinho com carinho da
SOL

Palavras ao vento disse...

Ressada de uma fim de semana prolongado... aqui estou a deliciar- me com as tuas palavras de poeta!

O palco do poeta... fechar- se á quando as cortinas não ouvirem mais o seu grito!

Boa semana

Beijos da

Maria

Rosa Maria disse...

Poderá haver outro, no mesmo palco...nunca no teu lugar...!
Fica um beijo

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