Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä

Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä
Visto-me com as cores do arco-íris, e desenho-te um beijo no poema.

Ternura



"Desvio dos teus ombros o lençol
Que é feito de ternura amarrotada,
Da frescura que vem depois do sol
Quando depois do sol não vem mais nada...

Olho a roupa no chão: que tempestade!
Há restos de ternura pelo meio,
Como vultos perdidos na cidade
Em que uma tempestade sobreveio.

Começas a vestir-te, lentamente,
E é ternura também que vou vestindo...
Para enfrentar lá fora aquela gente

Que da nossa ternura anda sorrindo.
Mas ninguém sonha a pressa com que nós
A despimos assim que estamos sós..."

efeneto*

6 comentários:

GarçaReal disse...

Que lindo este poema de ternura.

E é a ternura também que vou vestindo...
Belo
bj

Reflexos da Alma disse...

Olá Efeneto !!!

Mais uma Magia que emergiu ...rsss...

"...
Que da nossa ternura anda sorrindo.
Mas ninguém sonha a pressa com que nós
A despimos assim que estamos sós..."

Magistral !!!!

Um grande Abraço !!

my_feelings disse...

..... palavras para quê.....
Simplesmente divino.
Beijinhos amigo

efeneto disse...

*reflexos da alma*
...a mulher...sempre a mulher...continue a cantar essa palavra...um abraço.
*garçareal*
...e tenho a certeza que ficará deslumbrante assim vestida...
*my_feelings*
...basta a sua presença...

O Sentir dos sentidos disse...

Deus Meu!!!
Quanta beleza tem esta ternura...
Quanto sonhos em alva vestes
do amor tudo quanto em realidades sonhos...morrerei cheia de amor por esta...ternura encontrar.

Sou mesmo apaixonada por teus poemas...
Que coisa mais linda Poeta!!!

Beijo,

Maria Clarinda disse...

Que maravilha...como sempre!
Jinhos mil

Seguidores

Creative Commons License Esta obraestá licenciada sob uma Licença Creative Commons.