Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä

Ø G®¡†ö ðö Þöë†ä
Visto-me com as cores do arco-íris, e desenho-te um beijo no poema.

Sumo Fermentado

Meditando
indiferente á dor,
alheio á ternura
do teu olhar meigo.
Teu rosto apagado e decidido
da tale indefinida da minha vontade.
Sinto-me revoltado
contigo, consciência ingénua,
flácida e transigente
que entre lágrimas estudadas
te perdes-te.
Indiferente á tua representação apagada
busco numa reflexão amarga,
o rumo certo
duma vontade viril.
De toda a encenação
resta a recordação amarga
de teus lábios maduros,
Sumo fermentado
que adormeceu insinuante
no afago dócil
do teu sorriso cálido,
a minha vontade.
efeneto


5 comentários:

manuela disse...

Na sequência do poema anterior, o sofrimento, a consciência sem rumo...a dor que não sentes...a meditação presente na tentativa de viver esssa dor...quanto sofrer! Reencontra-te! um beijo doce, amigo.

Um Momento... disse...

Hum, meu Amigo...
Mergulho de cabeça , por entre tuas Palavras
Procuro o teu sentimento
Busco a tua vontade...
Te dou um beijo...por tal consciência ingenua
(*)
de e por este Momento :)

Reflexos da Alma disse...

Olá Efeneto !

Um Poema Magistral !!!!
Por aqui respira-se Poesia da mais alta Inspiração !!!
Parabéns Amigo !
O meu post "Tertulia Mágica " tambem é dedicado a ti !

Um Abraço !

Um Momento... disse...

Meu Amigo
Tens uma "Batata Quente" na minha "casinha "
Vai lá sim? :))
Um beijo de Boa noite:)))

efeneto disse...

*manuela
é a beleza de escrever a dor...
*um momento...
as palavras agradecem o "mergulho.
*reflexos da alma
já tive o prazer de te visitar e agradecer...

Seguidores

Creative Commons License Esta obraestá licenciada sob uma Licença Creative Commons.